Atendimento sigiloso em todo o estado

Clínica de recuperação involuntária em Minas Gerais

Quando a dependência química ou o alcoolismo já colocou a vida em risco e a pessoa se recusa a tratar, a lei brasileira permite que a família peça a internação sem o consentimento dela. A Rede Aurora Mineira orienta esse caminho passo a passo, com laudo médico e comunicação ao Ministério Público conforme exige a Lei 10.216/2001.

Ligação e triagem sem custo. Nenhuma informação da família é divulgada.

  • Internação voluntária, involuntária e compulsória
  • Laudo médico obrigatório
  • Comunicação ao Ministério Público em 72 horas
  • 18 unidades em Minas Gerais
Área verde arborizada de unidade de tratamento da Rede Aurora Mineira em Minas Gerais
Ambiente de tratamento em unidade da rede em Minas Gerais.
O que fazer agora

As primeiras horas decidem muita coisa

A família raramente liga no primeiro dia do problema. Ela liga depois de uma recaída grave, de uma ameaça ou de um acidente. Estes são os três passos que reduzem o risco enquanto a internação é organizada.

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Descreva a situação por telefone

Quem convive com a pessoa relata o quadro: substância usada, tempo de uso, episódios de agressividade, tentativas anteriores de tratamento e se há doença clínica ou psiquiátrica conhecida. Essa triagem é sigilosa e serve para indicar a unidade adequada.

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Reúna os documentos da família

Documento de identidade da pessoa a ser internada e do familiar que vai assinar o pedido, comprovante de vínculo familiar e, quando houver, laudos e receitas anteriores. É o pedido do familiar, somado ao laudo médico, que sustenta a internação involuntária.

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Não confronte sozinho

Discussão, ameaça e tentativa de conduzir a pessoa à força pela própria família aumentam o risco de violência e de fuga. A abordagem deve ser feita com equipe orientada, no momento e no formato combinados na triagem.

Respaldo legal

Quando a internação involuntária é permitida

Internar alguém sem o consentimento não é uma decisão do hospital nem da família isoladamente. A Lei 10.216/2001, conhecida como Lei da Reforma Psiquiátrica, define as regras, e a Lei 13.840/2019 as estendeu de forma expressa ao dependente de drogas.

Involuntária não é compulsória. A involuntária é pedida pela família ou pelo representante legal e sustentada por laudo médico. A compulsória é determinada por um juiz. São caminhos diferentes, e a maioria das famílias precisa apenas do primeiro.

  1. Existem três modalidades de internação

    O artigo 6 da Lei 10.216/2001 prevê internação voluntária, com o consentimento por escrito da pessoa; involuntária, a pedido de terceiro e sem o consentimento dela; e compulsória, determinada pela Justiça. Em qualquer uma delas, a internação só pode ocorrer com laudo médico circunstanciado que descreva os motivos.

  2. Quem pode pedir

    A internação involuntária é solicitada pela família ou pelo representante legal, que assina o pedido. O critério não é a vontade da família, e sim o risco: a avaliação médica precisa apontar risco à vida ou à saúde da própria pessoa ou de terceiros.

  3. O laudo médico vem antes

    Sem laudo médico fundamentado não há internação involuntária regular. É esse documento que registra o quadro clínico, a indicação de internação e a razão pela qual o tratamento em regime aberto não é suficiente naquele momento.

  4. O Ministério Público é comunicado em até 72 horas

    Toda internação involuntária deve ser comunicada ao Ministério Público estadual em até 72 horas, com justificativa, e o mesmo vale para a alta. A Lei 13.840/2019, ao incluir o artigo 23-A na Lei 11.343/2006, previu a comunicação em até 72 horas também à Defensoria Pública e aos demais órgãos de fiscalização. Essa fiscalização existe para proteger a pessoa internada, e uma clínica que trata o assunto como detalhe deve ser evitada.

  5. O que a lei não autoriza

    A internação involuntária não é punição, não substitui tratamento por tempo indeterminado sem reavaliação e não pode ser usada para resolver conflito familiar, patrimonial ou de comportamento sem risco clínico. A permanência é reavaliada pela equipe médica, e a alta é comunicada aos mesmos órgãos.

Do primeiro contato à alta

Como funciona na prática

O caminho é o mesmo para dependência química e para alcoolismo. O que muda é a unidade indicada e o tempo de permanência, definido por avaliação médica.

1

Triagem sigilosa

Por telefone ou WhatsApp, a equipe entende o caso, esclarece as modalidades de internação e informa os valores sem compromisso.

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Avaliação médica

A indicação de internação e a emissão do laudo são atos médicos. É nessa etapa que se define se o caso pede desintoxicação assistida.

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Admissão e desintoxicação

A pessoa é acolhida na unidade indicada e acompanhada na fase de abstinência, com atenção a sinais clínicos e a doenças já existentes.

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Tratamento e rotina

Atendimento psicológico, terapia em grupo, atividade física, laborterapia e rotina estruturada. Algumas unidades contam com atendimento médico 24 horas, e a disponibilidade é confirmada na triagem.

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Trabalho com a família

A família é orientada durante o processo. Dependência é doença crônica, e a recaída é parte do risco que se administra depois da alta.

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Alta e pós-tratamento

A alta é definida pela equipe e comunicada aos órgãos de fiscalização. A partir daí o foco é a manutenção, com apoio ambulatorial e grupos de suporte.

Quadros atendidos

O que tratamos

Perfis mais frequentes entre as famílias mineiras que procuram internação sem o consentimento da pessoa.

Dependência química

Cocaína, crack, maconha, sintéticos e uso combinado. Casos com recusa de tratamento, recaídas repetidas ou risco de vida são os que mais chegam pela via involuntária.

Alcoolismo

Uso crônico com prejuízo no trabalho e na família, e quadros de abstinência que exigem acompanhamento clínico desde a admissão.

Dependência de medicamentos

Uso prolongado de benzodiazepínicos e opioides, muitas vezes iniciado com prescrição e mantido sem acompanhamento.

Transtornos associados

Depressão, ansiedade e outros quadros psiquiátricos que aparecem junto do uso de substâncias e mudam a conduta do tratamento.

Recaída após internação anterior

Quem já passou por clínica e voltou a usar precisa de plano diferente do primeiro, não da repetição do mesmo.

Orientação para a família

Quando ainda não há indicação de internação, orientamos o encaminhamento possível, inclusive pela rede pública.

Estrutura

Onde o tratamento acontece

Imagens de unidades da rede em Minas Gerais. A estrutura varia por unidade, e a indicação é feita conforme o quadro clínico e a região da família.

Sala de convivência com sofás e mesa de centro em unidade da rede em Minas Gerais
Sala de convivência
Salão com cadeiras dispostas em círculo usado para terapia em grupo
Espaço de terapia em grupo
Quarto de acomodação com camas individuais e roupa de cama clara
Acomodações
Refeitório com mesas e cadeiras e janelas amplas em unidade da rede
Refeitório
Canteiros de horta cultivados por internos durante a laborterapia
Horta e laborterapia
Pergolado com mesas e cadeiras em área externa arborizada
Convivência ao ar livre
Cobertura em Minas Gerais

Regiões atendidas no estado

Minas Gerais tem 853 municípios, o maior número do país, e cerca de 21,4 milhões de habitantes distribuídos em 12 mesorregiões, segundo o IBGE. A rede mantém 18 unidades em território mineiro, presentes em 8 dessas mesorregiões, o que reduz a distância entre a família e a unidade indicada.

Metropolitana de Belo Horizonte

Contagem, Betim, Sabará, Esmeraldas, Mateus Leme, Santa Luzia e Vespasiano.

Zona da Mata

Juiz de Fora e São Geraldo.

Sul e Sudoeste de Minas

Paraguaçu, Machado e Guaxupé.

Norte de Minas

Montes Claros.

Oeste de Minas

Conceição do Pará.

Vale do Rio Doce

Belo Oriente.

Vale do Mucuri

Teófilo Otoni.

Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba

Patrocínio.

Famílias de municípios sem unidade próxima também são atendidas. Na triagem definimos a unidade indicada e como será o transporte, conforme a disponibilidade da região.

Dúvidas frequentes

O que as famílias mineiras mais perguntam

O que é internação involuntária e quem pode pedir?

É a internação feita a pedido de terceiro, sem o consentimento da pessoa, prevista no artigo 6 da Lei 10.216/2001. O pedido parte da família ou do representante legal e precisa de laudo médico circunstanciado que descreva os motivos e o risco envolvido.

Preciso de ordem judicial para internar em Minas Gerais?

Não para a internação involuntária. Ordem judicial caracteriza a internação compulsória, que é a terceira modalidade prevista na mesma lei. Na involuntária, o que sustenta a admissão é o pedido do familiar somado ao laudo médico, com comunicação obrigatória ao Ministério Público.

Em quanto tempo o Ministério Público precisa ser comunicado?

Em até 72 horas após a internação, com justificativa, e também quando ocorre a alta. A Lei 13.840/2019 previu a comunicação em até 72 horas igualmente à Defensoria Pública e aos demais órgãos de fiscalização, no caso de internação de pessoa dependente de drogas.

Quanto tempo dura a internação?

A lei não fixa um prazo. A permanência é definida e reavaliada pela equipe médica conforme a evolução do quadro, e a alta é comunicada aos órgãos de fiscalização. Desconfie de qualquer clínica que prometa um tempo fechado antes de avaliar a pessoa.

Quanto custa uma clínica de recuperação involuntária em Minas Gerais?

O valor depende da unidade, do tipo de acomodação e do tempo previsto de tratamento. Informamos os valores na triagem por telefone ou WhatsApp, sem compromisso, junto da unidade indicada para o caso.

O tratamento é sigiloso?

Sim. A triagem e o acompanhamento são sigilosos, e os dados da família não são divulgados. Isso é diferente da comunicação legal ao Ministério Público, que é obrigatória em toda internação involuntária e existe para proteger a pessoa internada.

Existe alternativa gratuita pelo SUS?

Sim. Minas Gerais conta com Centros de Atenção Psicossocial, incluindo unidades voltadas a álcool e outras drogas (CAPS AD), que integram a Rede de Atenção Psicossocial do estado. Segundo a Secretaria de Estado de Saúde, são 424 CAPS em diferentes modalidades. A literatura aponta déficit específico de CAPS AD e CAPS AD III em Minas, o que ajuda a explicar por que parte das famílias procura internação particular. Se o caso não tiver indicação de internação, orientamos o caminho na rede pública.

Vocês atendem qualquer cidade de Minas Gerais?

A rede tem 18 unidades em Minas Gerais, em 8 das 12 mesorregiões do estado, e atende famílias de municípios sem unidade próxima. A unidade indicada e a logística do transporte são definidas na triagem, conforme a disponibilidade da região.

Área de atuação

Minas Gerais inteiro

Limite oficial do estado de Minas Gerais, conforme malha territorial do IBGE.

Fale com a equipe

Orientação para a família, sem custo

Se a pessoa se recusa a tratar e a situação já envolve risco, o contato rápido muda o desfecho. Explique o caso e receba a orientação sobre o caminho legal e a unidade indicada em Minas Gerais.

  • Telefone e WhatsApp0800 500 6070
  • AtendimentoTriagem sigilosa, todos os dias
  • Área de atuaçãoEstado de Minas Gerais, Brasil
  • ResponsávelClínica Especializada Minas Gerais LTDA, CNPJ 18.617.303/0001-13
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