Clínica de recuperação em Minas Gerais
Unidades para tratamento de dependência química e alcoolismo, e uma equipe que atende a família antes de qualquer decisão sobre internar.
A ligação vem sempre depois de uma noite ruim, e quase nunca com a pergunta certa.
Quem procura uma clínica de recuperação em Minas Gerais costuma ligar para três números achados no Google e ouvir três respostas diferentes. A Aurora atende primeiro e indica depois: ouve o caso, explica o que a lei permite, diz o que o laudo médico precisa conter e só então fala em unidade.
Se o caso não for de internação, a equipe diz isso. Vaga prometida por telefone, antes de qualquer avaliação, é venda — não atendimento.
O que as clínicas da rede tratam
Três frentes, com condutas diferentes. A indicação sai da avaliação, não da tabela.

Tratamento para dependência química em MG
Crack, cocaína, maconha e medicamentos controlados, isolados ou combinados. O tratamento começa pela desintoxicação assistida e segue com acompanhamento clínico, psicológico e trabalho com a família.
Como funciona o tratamento
Tratamento para alcoolismo em Minas Gerais
A abstinência do álcool pode exigir acompanhamento médico desde o primeiro dia. Por isso a avaliação inicial define se o caso pede internação ou se dá para tratar sem sair de casa.
O que muda no alcoolismo
Internação involuntária: quando a pessoa recusa
A Lei 10.216/2001 permite internar sem o consentimento, a pedido da família e com laudo médico circunstanciado, com comunicação ao Ministério Público em 72 horas. Não é decisão que se toma no susto.
O que a lei exigeInternação voluntária, involuntária e compulsória
As três modalidades estão na Lei 10.216/2001. Muda quem pede, o que sustenta o pedido e quem fiscaliza.
Voluntária
- Quem pede
- A própria pessoa.
- O que sustenta
- Consentimento por escrito.
- Alta
- A pedido da pessoa ou do médico.
Involuntária
- Quem pede
- Familiar ou representante legal.
- O que sustenta
- Laudo médico circunstanciado.
- Fiscalização
- Comunicação ao Ministério Público em 72 horas.
Compulsória
- Quem pede
- Determinada pela Justiça.
- O que sustenta
- Decisão judicial, com perícia.
- Fiscalização
- O próprio juízo que determinou.
O que fazer quando a pessoa se recusa a se tratar
Quatro coisas que mudam o desfecho, na ordem em que costumam aparecer.
Não leve à força por conta própria
Sem laudo e sem equipe, a família assume risco jurídico e costuma queimar a única chance de a pessoa aceitar ajuda depois.
Anote o que está acontecendo
Episódios, datas, ameaças, o que usa e há quanto tempo. É esse relato que sustenta a avaliação médica.
Procure avaliação médica
A internação involuntária depende de laudo circunstanciado — não da vontade da família nem da opinião de quem atende o telefone.
Ligue antes de decidir
A equipe explica qual modalidade cabe no caso, o que a lei exige e o que acontece em cada caminho.
Clínica de recuperação por cidade em Minas Gerais
O atendimento cobre o estado inteiro. Estas 50 cidades têm página própria, com o que muda no atendimento a partir dali.
- Alfenas
- Araxá
- Arcos
- Bambuí
- Barbacena
- Belo Horizonte
- Betim
- Bom Despacho
- Carmo da Mata
- Carmo do Cajuru
- Carmópolis de Minas
- Catas Altas
- Conceição do Mato Dentro
- Contagem
- Divinópolis
- Extrema
- Formiga
- Governador Valadares
- Ibirité
- Igaratinga
- Iguatama
- Ipatinga
- Itabira
- Itabirito
- Itaúna
- Juatuba
- Juiz de Fora
- Maravilhas
- Martinho Campos
- Moema
- Montes Claros
- Nova Lima
- Nova Serrana
- Oliveira
- Papagaios
- Pará de Minas
- Perdigão
- Pitangui
- Poços de Caldas
- Ribeirão das Neves
- Sabará
- Santa Luzia
- Santo Antônio do Monte
- São Gonçalo do Pará
- Sete Lagoas
- Teófilo Otoni
- Uberaba
- Uberlândia
- Varginha
- Vespasiano
Dúvidas sobre clínica de recuperação em MG
Quanto custa uma clínica de recuperação em Minas Gerais?
Depende da unidade, do tipo de acomodação e do tempo previsto de tratamento. O valor é informado depois da avaliação, junto da unidade indicada. A conversa com a equipe da Aurora não tem custo nenhum.
Dá para internar quem não quer se tratar?
Dá, dentro do que a Lei 10.216/2001 permite: a internação involuntária é pedida por familiar ou representante legal, sustentada por laudo médico circunstanciado e comunicada ao Ministério Público em até 72 horas.
Preciso de ordem judicial?
Não para a involuntária. Ordem judicial caracteriza a internação compulsória, que é a terceira modalidade prevista na mesma lei e corre dentro de um processo.
Quanto tempo dura o tratamento?
Enquanto houver indicação clínica. O quadro é reavaliado ao longo do período, e a lei determina que a internação termine assim que o motivo que a justificou deixar de existir.
O atendimento é sigiloso?
É. A triagem e o acompanhamento são sigilosos. Isso não se confunde com a comunicação ao Ministério Público, que é obrigatória em toda internação involuntária e existe para proteger quem está internado.
Existe alternativa gratuita pelo SUS?
Existe. Minas Gerais tem Centros de Atenção Psicossocial, inclusive unidades voltadas a álcool e outras drogas (CAPS AD), que integram a Rede de Atenção Psicossocial do estado.
Conte o caso para quem lida com isso todo dia
A ligação é gratuita, sigilosa e não compromete a nada. Se o caso não for de internação, a equipe diz isso.